Wearables não são modinha

Um homem de 28 anos estava fazendo uma trilha de bicicleta em New Jersey nos Estados Unidos quando acidentalmente perdeu o controle e caiu de um penhasco encontrando seu triste fim. Uma morte extremamente chocante, imprevisível e possivelmente muito dolorosa, as dificuldades de encontrar o corpo foram tamanhas que desde o desaparecimento do homem a cidade mobilizou equipes de buscas além do corpo de bombeiros, até que dias depois acharam seu corpo já em decomposição. Esta poderia ser a histórias real, já que de certa forma é até comum, mas na verdade para James Prudenciano, o homem ao qual me refiro, a história foi bem diferente.

Por conta de seu Apple Watch ele pode continuar sua vida e seguir adiante para as próximas aventuras. Tudo isso se deve ao fato das novas versões deste relógio terem a capacidade de compreender o que são quedas violentas, e para a sorte de James que usava um neste caso, o próprio aparelho disparou notificações para a emergência e para os contatos de segurança com a sua geolocalização. Graças a isso James foi resgatado pelo serviço de emergência de New Jersey.

As tecnologias wearables já foram consideradas inovações sem sentido para muita gente, muitas pessoas afirmaram que seriam apenas gadgets para avisar sobre mensagens ou alarmes. Mas esse cenário vem mudando a medida que a tecnologia permite melhorar as features dos aparelhos, para que assim negócios consigam aplicar novas funcionalidade e mais benefícios aos clientes. Nos esportes, na saúde, no conforto das pessoas e muito mais, tudo isso vem ganhando novas possibilidades a medida que novas oportunidades vem sendo exploradas para esta tecnologia.

Além disso, as grandes companhias repararam que há um grande potencial nestes mercados. Estima-se que até 2025 vai-se movimentar uma cifra de U$150 bilhões pelo mundo. Algo que empresas como Google, Facebook e Apple não estão bobeando e estão na corrida para abocanhar este mercado. Além disso, outras companhias como a Tesla estão compondo materiais inteligentes capazes inclusive de controlar um corpo.

A verdade é que durante o processo de evolução artificial do ser humano, ninguém mais quer ficar separado dos acessórios, as pessoas querem este tipo de tecnologia cada vez mais próximas para que assim intensifiquem suas capacidades e melhorem performance e bem estar. Não é à toa que especialistas do futurismo já arriscam dizer que as pessoas não vão ser substituídas por robôs uma vez que elas terão capacidades tão tecnológicas quanto as dos droids, meu Deus 😮. (rsrsrs)

No vídeo abaixo conto mais sobre o que são Wearables e como eles podem ser úteis.

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