A Apólice de Seguros no processo de Inovação

Errar é humano, ninguém é doido de discutir a veracidade desta frase, eu diria que é quase um axioma comunicacional, ou seja, uma verdade por si só. Mas qual é o limite do erro?
Algumas coisas ou profissões exigem uma qualidade e perfeccionismo tão crítica que são capazes de levar os executores a um estado de stress que traz problemas graves como Síndrome de Burnout, sequestro da amígdala e outras crises pouco comentadas mas muito comuns nos dias de hoje. Coisas que no passado apenas eram ilustradas com a palavra: “Surtou”.

Mas falando especificamente do erro em si, tem coisas que não dá para errar mesmo né? Médicos, principalmente algumas especialidades como cirurgião, pilotos de avião, juízes e a lista se estende tanto que podemos ficar citando exemplos aqui sem esgotarem tão cedo.

Acontece que a Transformação Digital e suas novas características trazem para o mundo uma série de fatores críticos que por conta de sua velocidade pouca gente ainda é habilitada a lidar, e isso é um banquete para falhas. Vemos isso nas Redes Sociais, em novos produtos, novas tecnologias, novos canais, etc. Tudo isso ainda está em uma zona cinzenta que dificulta a tomada de decisões, mas para um mercado que “Time is money” muitas vezes a decisão não tem os requisitos necessários para garantir a confiança ou contingência da ação.

Então baseado em centenas de exemplos pelo mundo e aprendizados do dia a dia, o que podemos destacar deste raciocínio é:

Crie um método de desenvolvimento de ações, processos e projetos.
Isso poderá garantir que você faça os requisitos necessários para entregar o produto final na melhor qualidade.
Faça definições e validação dos critérios de sucesso do projeto.
Isso vai ajudar a ter mais certeza do plano e um alinhamento claro com os Stakeholders.
Faça a maior quantidade de testes possíveis.
Errar antes de lançar é melhor que errar depois de lançar, quando mais tempo para testar melhor, seja chato nisso, você não vai ser arrepender.
Crie uma biblioteca de lições aprendidas.
Pior que errar é não aprender com o erro, o que numa empresa isso significa gastar mais dinheiro. Neste caso, crie um jeito de reaproveitar os testes que falharam.
Tenha um plano de crise/contingência.
Achar que depois que fez “todos os testes” não terá mais problemas é muita ingenuidade, neste caso, sempre tenha aquela carta na manga para se livrar de enrascadas.

Resumindo, nossa Avózinha já falava para a gente “leva o guarda-chuvas, porque pode chover”. Prudência é tudo.

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