Carnaval longe da folia!

O Carnaval chegou e você não é tão fã das multidões nos famosos bloquinhos de rua? Tudo bem, você não está sozinhx nessa. Talvez uma roda com amigos seja mais confortável ou até mesmo passeios em sua cidade! 

Aqui vamos rechear de dicas para você: aquele quenão gosta de ficar todo suado, cheio de glitter e lidar com muita gritaria… 

Se você se identifica com as famosas HQ’s ou com uma trilogia clássica e bem elaborada como “O Senhor dos Anéis” ou “Star Wars”. Que tal chamar os amigos para uma maratona à noite com pizza e uma boa bebida? Garanto que renderá muitas risadas e grandes histórias.

Não é uma má opção aproveitar sua própria companhia também, fazer uma pipoca e escolher um bom filme ou seriado na Netflix. Uma boa sugestão é a série “Star Trek”, de 1966, onde os seres humanos se associam a alienígenas e, juntos, formam a Federação Unida de Planetas com o objetivo de desbravar os Cosmos. Se você gosta de dar uma boa risada, o filme “Paul o alien fugitivo” vai superar suas expectativas, dirigido por Greg Mottola, ele aborda dois aficionados por ficção cientifica que encontram um alienígena em fuga na área 51. Porém, não pode deixar de fora os filmes do Adam Sandler, que sempre são muito engraçados. Um deles, é o “Cada um tem a gêmea que merece”, onde ele interpreta o pai de família Jack e sua Irma gêmea Jill. Mas, se preferir esquecer um pouco os aliens e entrar em um mundo totalmente computacional e moderno, “Tron: O legado” é uma perfeita opção, estreado em 2010, o filme conta a história de Sam, um garoto que recebe uma mensagem de seu pai desaparecido e acaba tendo que impedir o malevolente programa Clu de subjugar o mundo.

Há diversão fora de casa também! Se você é de São Paulo, pode agitar com seus amigos para ir em um dos bares mais legais da Vila Mariana, chamado GIBI Cultura Geek, na rua Maj. Maragliano, 364. Lá, vocês encontrarão drinks temáticos, uma biblioteca de quadrinhos, e até mesmo workshops relacionados à cultura Geek. Mudando um pouquinho o ambiente, seria uma delícia passar a tarde em Guarulhos, na Av Boa Nova, 32, no “Geek House”, tem jogos de tabuleiros, cartas e histórias em quadrinhos acompanhados de um lugar aconchegante com puffs e mesas para a galera jogar!

Pensando em noites divertidas, que tal uma noite de fliperama com a sensação de voltar no tempo? A Lord´s Diversões se encontra há 20 anos no Tatuapé, em São Paulo, na Rua Coelho Lisboa, 305. É um paraíso com os mais diversificados jogos, especialista para um bom entretenimento.

Se você for passar o carnaval no Rio de Janeiro e também quer fugir da multidão, o Game of Boards, localizado no bairro da Glória, no subterrâneo de um casarão antigo, você encontrará muitos jogos de tabuleiros e cartas, e uma lanchonete para acompanhar a jogatina com uma boa bebida em mãos. Mas, se a opção for um bar super charmoso, temos o “Surreal”, em Botafogo, na rua Paulo Barreto, 102. Tem uma decoração geek, cervejas artesanais e 4 estações de jogos.

Além de bares, jogos, séries e filmes, o feriado do carnaval pode te render boas horas de estudo. Seja para a escola, vestibular ou faculdade, ficar atrasado nas matérias é frustrante, não acha? 

Em São Paulo, há vários lugares diferentes para estudar, como a Biblioteca Villa Lobos, na Av. Queiroz Filho, 1205 – Alto de Pinheiros. É um espaço silencioso e moderno, perfeito para desfrutar seus conhecimentos. Também tem o Terraço JK Iguatemi, dentro do shopping, é perfeito para estudar quando o clima esta bom, se encontra na Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia. Próxima à estação Vila Olímpia da CPTM. Mas, se você gosta de um ambiente muito verde e fresquinho, o Centro Cultural de São Paulo é uma excelente opção, fica na Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso. Próximo ao metrô Vergueiro. 

O que não falta é entretenimento! Com uma boa companhia ou até mesmo sozinhos podemos nos divertir tanto quanto quem gosta de jogar confete nas ruas e escolher uma boa fantasia pra desfilar.

Um ótimo carnaval à todos!😉

 

 

Algumas tendências para 2020

Segue em alta velocidade as mudanças tecnológicas e inovações para a humanidade. Hoje o mundo tem mais de 26 bilhões de dispositivos inteligentes, na média três dispositivos por pessoa. Aproximadamente 4 bilhões de pessoas já acessam a internet diariamente. Já existem aproximadamente 2 bilhões de sites, e esses números não param de subir. Então para falar um pouco sobre as trends da tecnologia para 2020, separei algumas e trouxe alguns comentários, vamos lá:

undefined O 5G, representa a futura geração de telecomunicação móvel. Estimativas mostram que poderá ser até 100x mais rápida que a rede 4G. Esta tecnologia chega ao mundo já no primeiro semestre em alguns países. Contudo no Brasil ainda está em período de Licitação e ainda não tem previsão de lançamento.

undefined A evolução das placas gráficas e Inteligência Artificial permitiram que as empresas de VR e AR atingissem um novo grau de imersão em uma nova camada de realidade, seja ela em um espectro mergeado com a realidade ou mesmo totalmente transportado para uma realidade virtual, ela é chamada de Realidade Mista, ou Híbrida. Em 2020 as empresas como Microsoft, Google e Facebook prometem investir milhões de dólares nesta tecnologia. A Turning Point tem um artigo falando desta solução. 

undefined A Lei Geral de Proteção aos Dados é outra boa nova para 2020. É a Lei nº 13.709/2018, é a legislação brasileira que regula as atividades de tratamento de dados pessoais. Sua chegada deve trazer benefícios como, Melhora no relacionamento com cliente através da confiabilidade e respeito à privacidade, Aumento da segurança jurídica para atuar através de dados pessoais, Segurança cibernética aprimorada e para usos determinados, Valorização do marketing e aumento de sua produtividade, entre outros.

undefined AI First, Google já dizia desde 2016, e neste momento que vivemos a área da robótica tem aplicado este conceito cada vez mais. Cada ano que passa vemos mais robôs como Sofia ou os droids da Boston Dynamics cada vez mais capazes de tomar decisões. Tudo ainda longe de um estado de consciência, mas cada vez mais próximo da autonomia.   

undefined Casas conectadas, ou Smart homes são os desejos da maioria em tempos de conectividade. A possibilidade de controlar a casa com apenas toques no celular é o que há de mais desejado na tecnologia de ponta. No Brasil já temos empresas como a Positivo trazendo soluções com preços bem acessíveis. 

undefined E depois de casas conectadas, que tal Cidades Conectadas? Uma Cidade inteligente, ou SmartCity, é uma área urbana que usa tipos diferentes de sensores eletrônicos da Internet das Coisas para coletar dados e usá-los para gerenciar recursos e ativos eficientemente. A promessa de praticidade, segurança e melhor aproveitamento de recursos está dentre os benefícios de se morar em cidades assim. No Brasil temos o projeto SmartCity Brasil – Laguna. 

undefined E sobrou até para o corpo humano, a Biotecnologia com o uso do Bigdata e Machine Learning é cada dia mais fácil encontrar soluções para deficiências, fazer diagnósticos e produzir remédios e alimentos mais eficientes. Uma ótima notícia para a humanidade que vive agora o dilema da Sociedade 5.0, o que fazer com mais tempo de vida?

Não restam dúvidas que 2020 vai ser incrível, o negócio agora é acompanhar estas e mais inovações que vão aparecendo para transformar este mundão. =)

Augmented Age

Chegamos à quarta revolução industrial, já não é mais ficção ou loucura falarmos de robôs que conversam entre si, carros que dirigem sozinhos e realidades virtuais. Tudo aquilo que víamos nos filmes e nos contos futuristas está acontecendo e algumas coisas sendo até superadas.

Qual impacto disso em nossas vidas? Assim como os mais pessimistas apontam, vamos todos ser substituídos por máquinas e inteligências artificiais? A Skynet vai tomar conta de tudo e exterminar os humanos? Ou a Matrix vai ser a única realidade que conhecemos? Segundo Elon Musk há uma chance em um bilhão de não estarmos vivendo em uma realidade virtual. Mas de forma prática não devemos temer se agirmos a tempo.

 Ainda falando sobre revolução industrial, a primeira delas foi marcada pelas máquinas a vapor que otimizaram os meios de trabalho, mudaram a economia, foram responsáveis pelo êxodo rural e também por aumentar a população mundial, como qualquer grande mudança trouxe inovações que a curto, médio e longo prazo transformaram como as pessoas se relacionavam com o trabalho. Esse é um exemplo de grandeza de uma revolução que em seu período mudou a história do mundo e as relações de trabalho daquele momento, extinguindo profissões e exigindo novos profissionais. Apesar de sua importância e a julgar pelo nome, essa não foi a primeira revolução de fato, outras grandes invenções na história já alavancaram os patamares e transformaram o mundo que vivemos. Quer um exemplo, a própria invenção da roda, as relações de trabalho mudaram com sua chegada, foi a porta de entrada para a criação de veículos, máquinas, ferramentas. Alterou como as coisas eram feitas! Quem perdeu espaço com esta transformação?

Quero demostrar que toda evolução quebra paradigmas e muda relações, devemos ter isso em mente nos dias de hoje, vivemos em um mundo em constante mudança onde a velocidade de transformação é extremamente acelerada. 

As mudanças acontecem o tempo todo, pode parecer que não, ou muita gente gostaria que não, mas a transformação é natural na vida de todos. Me usando como exemplo, algumas posições que já tive foram substituídas ou estão concorrendo (e perdendo feio) com novas tecnologias e/ou processos. Há alguns anos atrás trabalhei como assistente administrativo em uma consultoria de seguros, era digitador de fichas cadastrais, fazia controle de reembolsos de consultas médicas e enviava faturas para seus devidos clientes, atividades substituídas por plataformas web que deram autonomia para o cliente se resolver sem a dependência de uma pessoa como meio, ou seja, as ferramentas de Customer Service extinguiram algumas funções dentro das empresas. 

Onde estamos hoje?

Hoje vivemos a rapidez do avanço tecnológico, e ele mostra exemplos práticos que nada será perdoado em detrimento do progresso, alguns avanços inclusive superando recentes avanços, como por exemplo o Blu-Ray, poderoso disco de alta definição que foi criado em 2006, e um ano depois o serviço de Streaming de vídeo começou a se popularizar e iniciou a decadência desta nova mídia. O avanço vem e cobra uma taxa extremamente alta, embora também os benefícios sejam inquestionáveis. Não é só quantidade de dados que ficou maior e mais flexível com a nova tecnologia, mas a infraestrutura que permeia e da condições para tudo isso funcionar, como por exemplo a melhora no processamento de dados e até mesmo a transmissão de sinal em tempo real cada vez com mais qualidade, tudo isso são benefícios que nos servimos e nos reconfortamos com a extinção de algumas coisas. 

O que faz as mudanças e extinções serem tão questionadas nos dias de hoje é a velocidade que as coisas se transformam, cada vez mais o salto acontece em um curto espaço de tempo, e não é para menos, os investimentos estão aumentando, as metodologias ficando mais eficientes, e a diversificação dos mercados e âmbitos cada vez mais vastos, é isso o que está chamando a atenção de muita gente, porque em pouquíssimo tempo podemos presenciar a extinção, ou quase, de centenas de profissões: motoristas, recepcionistas, secretárias, professores, Call Centers, entre outros, toda área mais operacional corre risco.

E o que eu fiz para me manter no mercado mesmo tendo minhas antigas profissões substituídas? Simples, abracei o futuro e me dei a oportunidade de continuar aprendendo e evoluindo, na linha do que a professora Martha Gabriel, expert em tecnologia diz “Para não ser substituído por um robô, não seja um robô“, fatalmente esta frase se confirma em exemplos como os da fábrica da Apple ou do Centro de Distribuição da Amazon que já investem milhões para reduzir a mão de obra humana visando reduzir custos e aumentar eficiência. E isso levanta perguntas como: “Isso é ético?” ou “Deixaremos de evoluir para manter empregos?” e as respostas para estas perguntas deveria ser “Não”. Embora a pergunta que temos que começar a fazer e logo é: “Como podemos evoluir de forma humanamente gradual e sustentável?” E o objetivo aqui não é criar um movimento ou mesmo mudar o mundo, mas sim de provocar uma chamada de atenção no mindset dos agentes da mudança para levarem em consideração as questões humanas, já que tudo isso é um caminho sem volta. 

Quais os próximos passos?

O futuro parece tentador e ao mesmo tempo assustador, e para onde e como as coisas deveriam ir? Como deveríamos então colocar nas pautas de discussões estes temas que deveriam se chamar Sustentabilidade da Evolução para que nós não sejamos surpreendidos por nenhuma singularidade? Para começar, uma coisa que temos que aprender a analisar e a calcular é o Futuro das Coisas, ou seja, as inúmeras discussões e oportunidades a respeito dos modelos atuais e o que podem acontecer. Por exemplo, temos hoje uma batalha incrível da concorrência EAD e ensino presencial, ao mesmo tempo que existem sites incríveis com metodologias arrasadoras de ensinos, instituições apostam no contato humano, argumentando que a empatia ajuda na divisão do conhecimento, quando na verdade, há uma questão implícita sobre o ensino, os devices estão cada vez mais potentes e as informações estão mais facilmente acessíveis, será que necessitaremos destes tipos de ensino no futuro? Já ouviram falar em Implante de Chip? Ou mesmo com seu smartphone, chegará um dia que os assistentes estarão tão potentes que eles serão nossos tutores desde a infância. Existem estudos que dizem que crianças pode fazer até 500 perguntas por dia, imagine que os assistentes são altamente interativos, e não se cansam. E isso liga um alerta para outra questão importante: será que os atuais sistemas de ensino, ao invés de coibir, não devem aceitar e até incentivar crianças de como lidar com os devices e tecnologias? Afinal são as ferramentas do futuro (nem tão futuro assim), escolas que evitam ou proíbem celulares estão privando as crianças de aprenderem desde cedo a usar tecnologia a seu favor, de saberem que elas não necessariamente precisam decorar tudo, mas que elas tem que ser curiosas e saberem como resolver questões, os dados virão de outro lugar, ou seja, que deixem o cérebro otimizado para resolver as questões e não decorarem um monte de dados. 

Só para finalizar os exemplos sobre Futuros das Coisas, será que precisaremos de grandes fábricas com suas largas produções? Imagine um drone que pode imprimir um produto em 3D que em questão de minutos após ter recebido um pedido online pode te entregar uma peça sob medida em qualquer lugar. Você acha absurdo uma ideia assim?

Outro ponto que trago aqui é o conceito de Augmented age, a era que as coisas extrapolam suas funções básicas, ou seja, a inteligência que pode conter em todas as coisas. Vivemos em uma realidade que basta ter um relógio que mede os batimentos cardíacos e quando conectado pode dizer para você se esta na hora de tirar uma pausa ou visitar seu médico. Ou mesmo joguinhos para identificar qual personagem de filme você é se tornam uma ferramenta de caracterização tão importante que podem influenciar uma eleição de um presidente. A era agora não é (só) da informação, mas da Ação, a inteligência é artificial, a realidade é aumentada e a internet está nas coisas. Lembro como se fosse ontem que em meados de 2007 eu li um artigo falando sobre a era da informação, todo mundo iria produzir o seu próprio conteúdo, e que a grande missão era saber o que fazer dali em diante, ou seja, como lidar com todo esse conteúdo produzido. A Era da Informação deixou como legado de aprendizado valiosíssimo, dados são o combustível para fazer qualquer coisa no novo mundo. Aterrissamos no futuro, já se deu conta?

O que fazer diante disso tudo? Porque se sentar em um degrau da escada de incêndio com as mãos sob a cabeça chorando e movendo o corpo de trás para frente não é a resposta. A saída para esta pergunta está em uma questão simples e quem nem sempre é justa, os tempos mudaram, o conhecimento não é mais finito, por mais que a máxima “Somos iguais aos nossos pais” seja poética, não temos mais os “privilégios” que eles tiveram, a velha receita de bolo de terminar o colégio e fazer uma faculdade e daí pensar que todos os problemas estão resolvidos não funciona mais. Para falar a verdade, até fazer uma faculdade já está sendo questionado, ainda precisa mesmo?

Mas o que eu quero dizer aqui é que ficar parado não combina mais com o mundo da transformação, agora é trabalhar o lado entusiasta, o lado curioso e mudar com o mundo, ajudar a transformá-lo, e para isso ser possível a boa e velha resiliência cada vez mais dirá como nos adaptarmos às mudanças, basta abraçarmos o futuro e aproveitarmos ao máximo do que ele nos oferece, vamos para cima!

A Sociedade de Formigas no processo de Inovação

Tenho muito orgulho da minha filha, A Maria Luísa, com seus dois anos de idade já domina um vocabulário que permite diálogos curtos, sabe contar, identifica as principais cores, sabe o nome e sons dos animais e pasmém, algumas vezes faz até piadas. Tenho certeza que ela é acima da média, assim como uns 99,99% de todos os pais corujas desse mundo acham dos seus respectivos filhos.
Nesta fase da infância acho um barato conseguir assistir filmes com ela, algumas vezes é claro, pois normalmente ela perde a paciência e sai derrubando a casa com sua energia inacabável, mas as raras vezes que ela fica quieta no sofá comigo e com a minha esposa assistindo algum filme da Disney são bem legais. Recentemente assistimos a um filme chamado “Vida de Inseto” um clássico, muito engraçado em diversos momentos, cheio de referências com piadas para a família inteira, e como todo filme da Disney, rebuscado e embalado de provocações e críticas à nossa Sociedade.
Em particular neste filme a crítica se deu em uma área que tenho botado bastante energia para trilhar, a da inovação. Sem querer dar spoilers (pois o filme já é velho), mas a história se passa em uma sociedade de formigas bem organizada, trabalhadoras e extremamente eficazes. O foco delas é juntar recursos para alimentar uma outra sociedade, opressora, e a eles próprios, nos dois cenários a sobrevivência delas dependia do resultado do trabalho, e por conta disso, a execução do trabalho no método padrão era tão importante, pois era assertivo. Mas eficácia não quer dizer eficiência.

O protagonista da história, uma formiga chamado Flik, era extremamente envolvido com o propósito porém grande questionador do processo, Flik era inventor de ferramentas, e em seu desejo vislumbrava melhorar a eficiência e proporcionar maior eficácia. Mas no processo transformacional nem tudo são flores, e digo mais, na minha experiência de longa data na área, a maior parte do tempo são falhas, as flores vem com o tempo, e com o aprendizado que as falhas trazem. Contudo, a sociedade que vivemos é cobrada por resultados e não por aprendizados, triste visão na minha opinião, mas não fui eu quem inventou as regras 🤷🏻‍♂️.


O processo transformacional e Inovativo pode parecer aspiracional e muito sexy para muitas pessoas que olham os resultados de forma superficial e de fora, mas a verdade é que por trás de todo ambiente decorado e estilo descolado estão processos, análises, desenhos, testes, falhas, mais análises, mais testes e mais falhas e o mais comum, cobranças. O resultado vem com muito superação de desafios. E na maioria das vezes não estão claros, eles aparecem pelo caminho, mas fazem parte do jogo, e ninguém de inovação está reclamando disso, mas a tristeza mesmo é o preconceito dos processuais, ninguém quer ter tempo a perder com apostas, acham que é besteira, os resultados sempre deram certo no processo atual. E por ai os processuais, a maioria, esmagam os inovadores, simples assim.
No filme, Flik é expulso de sua sociedade por não se encaixar aos demais, e também porque falhou em seus testes e causou incômodos , isso de forma fantástica e de certa forma satírica é retratado no universo Disney de entretenimento, porém no mundo real não é diferente, a máxima de “não se mexe em time que está ganhando” é tão fundada que chega a ser lei


… mas isso está mudando.

A transformação digital traz no seu pacote “novidades”. A nova mensagem é que “inovação é resultado”, mas nem sempre fácil de ser mensurado, mas mesmo assim é incrivelmente eficiente, para demonstrar isso temos os números do próprio Google, a Marca que não existia alguns anos atrás, mas que graças aos seus aproximadamente U$12bi gastos anualmente em P&D levaram-na ao patamar de Marca mais valiosa do mundo. E suas vizinhas de posição Apple, Amazon…todas investem cifras similares.

Muito se confunde neste novo modelo de Business onde a maioria das empresas se posiciona apenas como uma Tech company, não me entendam mal, eu não estou dizendo que não devam ser, mas o que fazer com tanta tecnologia se ninguém sabe para que serve? Na minha visão essa tecnologia deveria vir acompanhada por propósito, melhor dizendo, o propósito deveria vir acompanhado por tecnologia entendeu? Porque a ordem faz diferença. Construir um site não é inovação, mas criar um novo processo para resolver um problema e se empoderar de um site para viabilizar o acesso deste processo é. E digo mais, muitas vezes criar o site nem é o melhor acesso, mas isso só se descobre, testando, analisando, errando, aprendendo, corrigindo e com isso a melhoria é contínua.

Nem preciso dizer que como o Google o nosso protagonista Flik prospera no final, mas ele passou por muito stress, problemas, cobranças, preconceitos, apanhou e muito mais. Você pode assistir ao filme a partir dos últimos 5 minutos finais, verá a história de um inovador bem sucedido, mas se realmente quiser entender a importância do processo, recomendo assistir ao filme todo, é aprendizado garantido 😉.

Conquistando territórios

Me lembro como se tivesse acontecido ontem, a gente chegava na casa do Guilherme em torno das 19h, geralmente os mesmos, Adriano, Rafael, Nilson e eu (não os chamarei pelos apelidos aqui pois temo retaliações…rs), algumas vezes a Fernanda, irmã do Guilherme, e a Ariane, minha irmã, integravam ao time também. Fazíamos uma vaquinha e encomendávamos a maior quantidade de esfihas do Habib’s que desse, o refri geralmente da marca Simba era brinde. A gente batia um papo para sociabilizar, mas a ansiedade logo tomava conta e em pouco tempo o tabuleiro estava armado e os dados rolavam soltos. O Jogo era WAR, um clássico, especialista em transformar amigos em canalhas, crápulas e nos maiores traidores da história, talvez perdendo apenas para UNO, mas este acaba sendo sádico, já WAR, ele tinha sua pitada de Maquiavel, queria eu ter lido “O Príncipe” naquela época, teria grande destaque neste jogo. Mas enfim, começava interessante e com muito mistério, o baixo volume e exércitos em cada lugar não deixava claro os objetivos de cada um, a arte de blefar e não mostrar interesse era crucial para garantir a longa sobrevivência no jogo, uma vacilada em demostrar seus objetivos de forma precoce e todos já sabiam o que fazer, quem estava no seu caminho, era simplesmente te bloquear até que àquele que precisasse te eliminar facilitasse o jogo para eles. O jogo possuía um elemento aleatório, os dados de ataque e defesa, suas combinações é que julgavam quem sairia vitorioso das investidas, isso até ajudava a deixar o jogo interessante uma vez que já vi 6 exércitos resistirem a mais 20 (parecia 300 de Esparta), mas não se enganem, este jogo não tem nada de sorte, é estratégia pura. Até mesmo quando seu objetivo era eliminar totalmente os exércitos de uma cor, conquistar territórios era crucial para sobrevivência no jogo, quanto mais territórios conquistados, mas rápido você avançava no seu objetivo e com mais potência. E por que eu gasto tantas linhas falando sobre WAR? Porque a estratégia de ganhar territórios nos mercados é exatamente igual.

Vender online pode parecer fácil para muitos, a pessoa monta um e-commerce, dependendo do produto ele consegue rodar o estoque de forma rápida, os canais são baratos e isso brilha os olhos, então ela decide expandir, criar seu próprio canal, e é ai que descobre que um business que não tem limites no mundo virtual, começa a ter impeditivos no universo físico. Existem vários comércios virtuais que já esbarraram em limitantes de distribuição e fecharam, muitos deles grandes varejos. A competitividade por vender a um frete baixo, muitas vezes grátis, e num tempo cada vez mais curto faz com que os desafios dos negócios sejam maiores. Qual é a solução então? Talvez mais horas de WAR para incentivar a criatividade do varejo.

Ganhar territórios passa a ser uma estratégia cada vez mais fundamental para os varejos digitais, encontrar uma maneira de já estar perto do seu cliente antes dele comprar pode ser uma maneira de encantá-lo, e não precisa ser mágico para fazer isso, pesquisar de onde é a maior parte do seu tráfego e conversões é um bom ponto de partida, fazer parcerias com canais de distribuição em mercados que você deseja penetrar é outro bom conselho, utilizar sua rede de lojas físicas (se tiver uma ) já fará com que você otimize melhor os recursos.

Todas estas estratégias são muito eficientes, mas algo que todo varejo deveria estar estudando são Dark Stores, pontos de distribuição que você capilariza estrategicamente para garantir que seu produto chegue a um frete atrativo e em prazo encantador. Dark Store é um conceito de utilizar lojas que não performam bem para se tornarem um depósito, mas este conceito tem evoluído para ser muito mais que isso, evolui para ser pontos de distribuição extras ao seu negócio, podendo ser desde salas ou quartos alugados, até containers em estacionamentos, tudo que fizer sentido garantir efetividade nas entregas. Apostar em um único ponto de distribuição pode significar ser muito bom para quem está perto e péssimo para quem não. Isso pode parecer óbvio… mas se sua venda online parece performar melhor em apenas um perímetro, o motivo pode estar no centro dele, que pode surpreendentemente ser o teu galpão, único galpão.

No vídeo abaixo falo mais sobre Dark Stores e como funcionam:

Wearables não são modinha

Um homem de 28 anos estava fazendo uma trilha de bicicleta em New Jersey nos Estados Unidos quando acidentalmente perdeu o controle e caiu de um penhasco encontrando seu triste fim. Uma morte extremamente chocante, imprevisível e possivelmente muito dolorosa, as dificuldades de encontrar o corpo foram tamanhas que desde o desaparecimento do homem a cidade mobilizou equipes de buscas além do corpo de bombeiros, até que dias depois acharam seu corpo já em decomposição. Esta poderia ser a histórias real, já que de certa forma é até comum, mas na verdade para James Prudenciano, o homem ao qual me refiro, a história foi bem diferente.

Por conta de seu Apple Watch ele pode continuar sua vida e seguir adiante para as próximas aventuras. Tudo isso se deve ao fato das novas versões deste relógio terem a capacidade de compreender o que são quedas violentas, e para a sorte de James que usava um neste caso, o próprio aparelho disparou notificações para a emergência e para os contatos de segurança com a sua geolocalização. Graças a isso James foi resgatado pelo serviço de emergência de New Jersey.

As tecnologias wearables já foram consideradas inovações sem sentido para muita gente, muitas pessoas afirmaram que seriam apenas gadgets para avisar sobre mensagens ou alarmes. Mas esse cenário vem mudando a medida que a tecnologia permite melhorar as features dos aparelhos, para que assim negócios consigam aplicar novas funcionalidade e mais benefícios aos clientes. Nos esportes, na saúde, no conforto das pessoas e muito mais, tudo isso vem ganhando novas possibilidades a medida que novas oportunidades vem sendo exploradas para esta tecnologia.

Além disso, as grandes companhias repararam que há um grande potencial nestes mercados. Estima-se que até 2025 vai-se movimentar uma cifra de U$150 bilhões pelo mundo. Algo que empresas como Google, Facebook e Apple não estão bobeando e estão na corrida para abocanhar este mercado. Além disso, outras companhias como a Tesla estão compondo materiais inteligentes capazes inclusive de controlar um corpo.

A verdade é que durante o processo de evolução artificial do ser humano, ninguém mais quer ficar separado dos acessórios, as pessoas querem este tipo de tecnologia cada vez mais próximas para que assim intensifiquem suas capacidades e melhorem performance e bem estar. Não é à toa que especialistas do futurismo já arriscam dizer que as pessoas não vão ser substituídas por robôs uma vez que elas terão capacidades tão tecnológicas quanto as dos droids, meu Deus 😮. (rsrsrs)

No vídeo abaixo conto mais sobre o que são Wearables e como eles podem ser úteis.

Realidade Virtual com Microsoft Hololens 2

A Microsoft recentemente mostrou para o mercado que ainda tem muita lenha para queimar quando o quesito é inovação em transformação digital. Sua última cartada foi o Hololens 2, a evolução de sua ferramenta de realidade Virtual / Aumentada.

A evolução das placas gráficas e Inteligência Artificial permitiram que a empresa apresentasse sua nova ferramenta para imersão em uma nova camada de realidade, seja ela em um espectro mergeado com a realidade ou mesmo totalmente transportado para uma realidade virtual. A ferramenta que usa o conceito de Realidade Mista já é vista pelos especialistas como um avanço importante para a evolução dos produtos e serviços do nosso universo de negócios hoje em dia.

Empresas de design, medicina, engenharia, mecânica, robótica, entre outras vislumbram a possibilidade da utilização da realidade mista para melhorar a qualidade dos trabalhos a serem realizados por seus profissionais.

E as possibilidades são mesmo infinitas, desde de trabalhar em um protótipo imerso dentro de uma planta tridimensional, até mesmo entrar em uma simulação de um universo remoto, como por exemplo, garantir a representação de uma viagem no espaço para novos astronautas, afinal treinar estes recursos em situações reais está fora de cogitação. (rsrsrs)

E o que mais podemos imagina? Os filmes já fizeram provocações interessantes sobre como podemos utilizar a realidade aumentada:

Cenas de o Homem de Ferro – Marvel – Disney

Nem mesmo o céu é o limite para esta tecnologia. Ela chega totalmente focada na industria, e com um preço ainda bem salgado, esta versão do Hololens começa a ser vendida a partir de U$3500,00. Porém, como toda tecnologia popular acaba barateando, estamos todos torcendo para que ela comece a ficar disponível nas nossas lojas de eletrônicos favoritas em breve 😉

No vídeo abaixo mostro um pouco da apresentação do produto:

A Apólice de Seguros no processo de Inovação

Errar é humano, ninguém é doido de discutir a veracidade desta frase, eu diria que é quase um axioma comunicacional, ou seja, uma verdade por si só. Mas qual é o limite do erro?
Algumas coisas ou profissões exigem uma qualidade e perfeccionismo tão crítica que são capazes de levar os executores a um estado de stress que traz problemas graves como Síndrome de Burnout, sequestro da amígdala e outras crises pouco comentadas mas muito comuns nos dias de hoje. Coisas que no passado apenas eram ilustradas com a palavra: “Surtou”.

Mas falando especificamente do erro em si, tem coisas que não dá para errar mesmo né? Médicos, principalmente algumas especialidades como cirurgião, pilotos de avião, juízes e a lista se estende tanto que podemos ficar citando exemplos aqui sem esgotarem tão cedo.

Acontece que a Transformação Digital e suas novas características trazem para o mundo uma série de fatores críticos que por conta de sua velocidade pouca gente ainda é habilitada a lidar, e isso é um banquete para falhas. Vemos isso nas Redes Sociais, em novos produtos, novas tecnologias, novos canais, etc. Tudo isso ainda está em uma zona cinzenta que dificulta a tomada de decisões, mas para um mercado que “Time is money” muitas vezes a decisão não tem os requisitos necessários para garantir a confiança ou contingência da ação.

Então baseado em centenas de exemplos pelo mundo e aprendizados do dia a dia, o que podemos destacar deste raciocínio é:

Crie um método de desenvolvimento de ações, processos e projetos.
Isso poderá garantir que você faça os requisitos necessários para entregar o produto final na melhor qualidade.
Faça definições e validação dos critérios de sucesso do projeto.
Isso vai ajudar a ter mais certeza do plano e um alinhamento claro com os Stakeholders.
Faça a maior quantidade de testes possíveis.
Errar antes de lançar é melhor que errar depois de lançar, quando mais tempo para testar melhor, seja chato nisso, você não vai ser arrepender.
Crie uma biblioteca de lições aprendidas.
Pior que errar é não aprender com o erro, o que numa empresa isso significa gastar mais dinheiro. Neste caso, crie um jeito de reaproveitar os testes que falharam.
Tenha um plano de crise/contingência.
Achar que depois que fez “todos os testes” não terá mais problemas é muita ingenuidade, neste caso, sempre tenha aquela carta na manga para se livrar de enrascadas.

Resumindo, nossa Avózinha já falava para a gente “leva o guarda-chuvas, porque pode chover”. Prudência é tudo 😉

No vídeo abaixo cito casos bizarros de empresas que caíram em enrascadas por conta de ações mal garantidas.

Conversa com Yuval Noah Harari – 21 lições para o século 21 – Apresentado pela Companhia das letras

Yuval Noah Harari, Historiador israelense, esteve no Memorial da América Latina em São Paulo, em 6 de novembro, trazendo reflexões importantes sobre o cenário político-econômico global e as transformações tecnológicas do nosso século por meio da Inteligência Artificial-AI.

Questionado quanto a uma suposta crise das democracias liberais, Harari afirmou que a despeito dos desafios, o sistema democrático liberal é o mais flexível visto até hoje. E pontuou que o que vemos atualmente é uma crise de narrativas: ideias e histórias que moldam o mundo. E que a mídias sociais têm mudado a sociedade.

Ao responder uma pergunta sobre uma espécie de crescimento/ressurgimento do nacionalismo, Harari trouxe o real significado desta palavra que foi tendo seu sentido deturpado, ao longo de décadas, devido a exemplos infelizes e distorcidos do nacionalismo, tais como visto na Alemanha Nazista e na Itália fascista. Contudo, o verdadeiro nacionalismo constitui em amar seus compatriotas, é este amor e empatia que move uma sociedade a pagar seus impostos e construir para uma sociedade que busca a oferecer o mínimo necessário para uma vida digna (segurança, saúde, educação e moradia).

O ponto mais explorado por Harari foi o avanço tecnológico e os impactos negativos e positivos que a Inteligência Artificial pode causar em nossa sociedade. Mais do que simplesmente ocupar o que hoje são posições de trabalho, Harari chamou atenção para a questão do Animal Hacking (humanos), o que poderá ser possível em breve por meio de um bom conhecimento biológico e poder computacional. O que permitirá aos governos e corporações saber mais sobre nós, do que nós mesmos.  Poderão prever nossas escolhas e até mesmo “reconfigurar” nossos sentimentos.

Por isso, Harari conclui sua fala dizendo que estudantes não precisam de mais informações, mas de capacidade intelectual (senso crítico) para discernir o que é confiável do que não é confiável.

Quer lucrar na Black Friday?

A Black Friday se aproxima e isso é música para os ouvidos do varejo, esta é a época do ano que o tráfego digital cresce até 6 vezes mais, e com ele as conversões de negócios. Claro que só tráfego não é garantia de conversão, e se preparar para esta data é crucial.

Este ano a Black Friday vai acontecer no dia 29/11, isto porque a data é móvel, uma vez que ela está atrelada ao dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, que sempre acontece na última quinta-feira de Novembro e ai consequentemente Black Friday. 😉

Desde 2011 esta data vem sendo explorada no Brasil, começou tímida no E-commerce, mas logo tomou corpo e popularidade pelo grande apelo de oportunidades imediatas, hoje é uma tradição nacional e também mundial, uma vez que outros países vem aderindo cada vez mais esta estratégia. Porém, ainda que popular e eficaz, muitos negócios ainda não aprenderam a usar da melhor forma esta Campanha, e normalmente vemos uma série de falhas e oportunismos e até mesmo negligências no mercado.

E por aí observamos a Black Fraude onde se acha tudo pela metade do dobro do preço, até aquela “Mega Promoção” SQN, onde encontramos varejistas com a única promoção naquele produto encostado que ninguém mais quer, e isso tira o foco do cliente e deixa a experiência de compra cada vez mais difícil. Isso na minha opinião é uma tremenda burrice, o consumidor não é bobo, e por mais que alguns ainda sejam ludibriados, não existe mau negócio que prospere com estas ações. Então não faz sentido tentar tirar vantagem nesta data. E ai me pergunto: “Que tal ao invés de tentar tirar vantagem, criar uma vantagem?”

Com a infinidade de estratégias de marketing digital é quase impossível dizer que um varejo hoje não consegue fazer uma promoção de Black Friday, desde descontos em produtos core, até parcerias com outras empresas, tudo vale a pena desde que seja feito com um planejamento prévio das ações para garantir que a conta feche no final do dia. Como eu disse no começo do texto, a expectativa do cliente já é elevada e ele está disposto a comprar nesta data, então que tal dar uma mão para este cliente empolgado. Mostre para ele as vantagens do seu produto, ofereça benefícios, garantias, brindes, combos, recompensas, e outras centenas de vantagens. Esse mix pode ajudar você varejista chegar em uma oferta ideal para não perder esta oportunidade.

Então para fechar, deixo aqui no vídeo abaixo 10 dicas que podem ajudar a montar a campanha perfeita para o Black Friday, e bora fazer bons negócios 😉